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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

CULTO INFANTIL


O CULTINHO PARA AS CRIANÇAS

Lídia Souza


I. O Que é?

É um programa de treinamento para alcançar as crianças no seu nível com o Evangelho.

II. Qual é o Propósito?

A. Para alcançar as crianças.
– Nível de entendimento.
– Oportunidade de participar na adoração.


B. Para ensinar as crianças.
– A crer e obedecer a Palavra de Deus.
– A respeitar a Casa de Deus.
– A adorar.


C. Para ganhar as crianças.
– Para Cristo.
– Para a Igreja.
– Para o serviço.

O cultinho não é para aliviar o problema de falta de espaço no auditório da Igreja, nem para “enrolar” as crianças durante a pregação. Este tempo não é para ser gasto. É para ser aproveitado!!

III. Quando Realizar
A. Fica a critério da Igreja. O comum é cada vez que se tem uma mensagem “longa” no templo.
B. As crianças podem fazer parte da abertura (louvor) e saírem só na hora da pregação.

IV. Idade dos Participantes


Vários tipos de divisões:
– de berçário à maternal;
– até principiantes;
– até 6 ou 7 anos;
– até 10 anos (cultão).

Na Igreja, trabalhamos atualmente com quatro divisões:

– berçário
– maternal (2,3 anos)
– até 6 anos (não sabem ler) no “cultinho”
– de 7 a 10 anos no “cultão”.

Isto tem ajudado em muito com:

* a assimilação por parte deles;
* divisão das histórias adequadas;
* professores apropriados;
* mais disciplina e atividades compatíveis com cada idade.


V. O Que Fazer no Cultinho

Tem que distribuir o tempo com:
* cânticos
* oração
* história (apelo)
* memorização de versículo
* trabalho manual
* brincadeira
* banheiro
* lanche: pode ter sempre para maternal e ocasionalmente para cultinho * cultão.

Obs.: Não tem que fazer todas as coisas no mesmo dia.

“A ordem dos fatores não altera o produto” (depende do ânimo dos alunos, da complexidade do trabalho manual ou até do método escolhido para apresentação da história).


VI. Tipos de Histórias para o Cultinho

Podem ser seriadas ou avulsas:
A. Bíblicas
B. Não Bíblicas
C. Missionárias


VII. Escala de Professores
A. Maternal – não variar muito – dois a cada mês ou bimestre.

B. Cultinho – rodízio de dois – um conta a história, o outro ajuda (disciplina, banheiro, lanche, etc).

C. Cultão – um professor capaz.


VIII. Sugestões

– Trabalhos manuais variados:

§ Desenhos relacionados com a história para pintar.

§ Coquetel bíblico (caça-palavras, palavras cruzadas, labirinto, etc).

§ Confeccionar cartões para datas como: Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Pais, Natal, etc).

§ Colagens, montagens, etc. (porta-treco, porta-retrato, etc).

– Dramatização da história.

– Projetos missionários / outras campanhas.

– Brincadeiras Bíblicas e não Bíblicas:

a) “Batata Quente” – para falar partes do corpo, versículos, etc.

b) Jogo do Dado – (nomes bíblicos, CEP [Cidade, Estado, País], versículos, etc).

c) Espada ao ar – fala um versículo e o primeiro a achar ganha.

d) “Forca” – (com nomes bíblicos).

e) Perguntas Bíblicas – (Competição meninos versus meninas ou grupos).


HIATÓRIA PARA O CULTINHO

D. Lídia - a vendedora de púrpuras

Texto base: Atos 16:12-15 - Adaptação: Lina


(PV 30:25) "As formigas não são um povo forte; todavia no verão preparam a sua comida;"

Às vezes, a gente nem vê as formiguinhas, de tão pequeninas que elas são, mas Deus as criou para que a gente aprendesse também com elas. Elas sabem usar o seu dom, trabalhando, construindo formigueiros, guardando comida.

Sabe... tem pessoas que a gente vê na Bíblia, que parecem como formiguinhas. A historinha delas é pequenininha, mas é muito importante aprender com essas pessoas. Mas essas pessoas tem um dom especial. Um talento especial e não desperdiçam aquilo que Deus nos deu.

Deus nos dá habilidades e é importante a gente saber usar sempre esse talento que Deus nos deu para engrandecer o nome de Deus.

E uma delas é Lídia.

Mas... quem era Lídia?

A sua historia está na Bíblia em poucas palavras, mas é muito linda a sua história.

Era uma vez uma mulher chamada Lídia.

Ela era muito boazinha e também ela era rica.

Puxa!!! Era rica???
Sim... sabe porque? Ela tinha uma casa muito grande e gostava de receber as pessoas em sua casa.

Dona Lídia era uma vendedora.

Sabe o que ela vendia?

Púrpura...

Mas... o que é púrpura???

A púrpura era uma tinta vermelha extraída de moluscos. Antigamente as pessoas não tinham roupas tão coloridas como a nossa. Eram sempre da mesma cor. E as pessoas enjoavam daquela cor. Então, descobriram que do molusco conseguia extrair uma espécie de tinta vermelha. Puxa!!! As pessoas ficaram contentes pois poderiam ter roupas vermelhas. Eba!!!

Mas... tinha um probleminha... Aquela tinta era muiiito cara. E só as pessoas ricas podiam compra-la, porque custava muiiito dinheiro.

Dona Lídia, vendia dessa tal púrpura para as pessoas. Ía nos palácios, conversava com os ministros, tesoureiros, príncipes e vendia a sua púrpura. E ela era muito inteligente... Sabia fazer as contas direitinho, e ninguém enganava ela. Por isso ela era muito respeitada aonde ela morava.

Mas... a Dona Lídia, não gostava de uma coisa, lá no lugar onde ela morava. As pessoas não acreditavam no nosso Deus criador de todas as coisas. Eles tinham vários deuses, e ficavam adorando aquelas imagens. Puxa... Dona Lídia não gostava daquilo, então ela decidiu a crer e temer somente no Deus dos judeus, que é o criador de todas as coisas.

Ali, na cidade de Filipos, que era onde Dona Lídia morava, tinha uma rio. E sabe o que ela gostava de fazer na beira daquele rio?

Será que ela ia pescar?

Não...

Ela e outras mulheres gostavam de ir na beira daquele rio para orar. Conversar com Deus. Pedir proteção de Deus... Agradecer a Deus.

E lá estava Dona Lídia, na beira daquele rio, quando de repente... Ele viu que alguns homens se aproximaram.

Ai... quem seria???

Seriam ladrões???

Quem poderia defende-las??? Só tinha mulheres ali... Mas elas confiaram em Deus. E quando aqueles homens se aproximaram. Elas perceberam que eram pessoas de bem.

Um deles, chamado Paulo, falou que o Deus criador de todas as coisas enviou o seu filho Jesus para morrer pelos nossos pecados.

Dona Lídia escutou atentamente. Nunca tinha ouvido aquilo. Para ela aquilo era novidade.

Paulo, também disse que Jesus morreu, mas ao terceiro dia ressuscitou. E quem cresse em Jesus filho de Deus e fosse batizado, seria salvo.

Dna Lídia não pensou duas vezes.

Ela logo quis se batizar e depois foram as pessoas da sua casa. Foi uma festa!!!

Dona Lídia ficou feliz, porque agora tinha Jesus.

E assim, ela convidou aquele homem – que era Paulo e seus amigos para ficarem em sua casa, porque eles nem tinham onde dormir. E lá, Dona Lídia, deu comida para eles, e preparou-lhes um quarto bem confortável.

Eles foram embora, mas ali, naquele cidade onde Dona Lídia morava foi estabelecida a igreja de Filipos. Muitos daqueles homens que adoravam aqueles deuses estranhos que dona Lídia não gostava, se converteram e foram batizados em nome de Jesus. E assim o evangelho ali em Filipos foi crescendo e quem tomou a primeira decisão ali foi a dona Lídia, a nossa vendedora de púrpuras. Que tem uma historia tão pequena como uma formiguinha, mas que foi muito importante para a igreja de Jesus. Que soube usar a sua profissão, ganhando muito dinheiro e ajudando as pessoas.

Fonte: Linólica Kids