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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

HISTÓRIA DO LIVRO SEM PALAVRAS





Trata-se de um livrinho colorido, no qual usamos como visual, para
evangelizar as crianças. Você pode fazer um, usando papel- cartão,
verde,.dourado, vermelho, preto e branco.

(Mostre a capa verde)

Aprendemos sobre muitas coisas verdes que Deus fez. Quem pode
me dizer uma coisa verde que Deus criou? Deus fez um lindo jardim
verdinho para ser o lar de Adão e Eva.

(Mostre a página dourada)

Deus está preparando um outro lindo lar, especialmente para você e
para mim. O lindo lar que Deus está preparando para nós é o céu.
Deus nos ama. Ele quer que um dia vamos morar com ele em seu
lindo lar, o céu. Mas Deus não pode nos deixar ir para o céu com as
coisas feias que fazemos. Deus chama estas coisas feias de pecado. O
céu é lindo, lindo, lindo, e lá o pecado não pode entrar.O céu é um
lugar muito alegre. Se o pecado e as coisas feias entrassem ali, fariam
do céu um lugar triste.Mas Deus quer que você e eu vamos para o
céu. Ele preparou uma maneira de podermos ir para o seu lar celestial
um dia.

(Mostre a página vermelha)

Esta cor vermelha faz-nos lembrar de Jesus, o filho de Deus. A Bíblia
diz que Jesus nunca fez coisas feias e más. Jesus não pecou. Mas ele
sofreu em nosso lugar, pelas coisas más que você e eu fizemos. Jesus
morreu e deu o seu precioso sangue na cruz por nós (1 cor. 15:3). Mas
ele não está morto agora. Jesus voltou a viver!

(Mostre as páginas preta e branca)

Este preto representa o pecado, das maldades que nos fazemos e
entristecemos a Deus. E o branco representa a purificação.
Jesus pode nos ouvir quando pedimos para Ele nos limpar de toda a
maldade, do pecado.

(cante um corinho que fale de Jesus e depois toque um CD de música
infantil bem baixinho).

Alguns de vocês já conhecem Jesus. E, quem sabe, talvez você queira
hoje deixar que Jesus entre no seu coração. Se você quer, venha me
contar, enquanto as outras crianças estão pintando o nosso mural.

Obs: Alguns pré-escolares estarão prontos para receber a Cristo. Dê-lhes
esta oportunidade.

ATIVIDADES PARA O LIVRO SEM PALAVRAS:
1. Livrinho sem palavras: monte com as crianças

2. passeio na natureza: Mostre uma cor para as crianças, e elas terão que
dizer uma criação correspondente aquela cor. ex: azul - céu; vermelho - flor;
verde - grama... etc.

3.Recapitulando a história: Permita a participação das crianças, deixando-as
manusear os visuais, contar a história, etc.

4. As crianças podem fazer desenhos sobre a criação em pratos de papelão.

5. Jogo da memória: Em 16 quadrados de cartolina, da mesma cor, cole
figuras sobre a criação, 8 pares diferentes. Os quadrados estarão virados
sobre a mesa. O professor fará as perguntas a respeito da lição, e a criança
que responder corretamente poderá escolher dois quadrados. Se as figuras
escolhidas formarem um par, a criança ficará segurando os 2 quadrados. Se
a criança não acertar o par, os quadrados serão devolvidos a mesa.

( de acordo com a maturidade das suas crianças, poderá ou não deixar as
figuras virada para cima, quando devolvidas a mesa. Use sabedoria. É
preciso ser uma atividade gostosa, além de ajudar no aprendizado. De
maneira alguma deve ser frustrante para as crianças.)

Perguntas para revisão

1. O que existia antes de Deus criar os céus e a terra? (Escuridão)

2. O que Deus usou para fazer os céus e a terra? (Nada, falou e eles foram criados)

3. Quantos dias Deus levou para criar o mundo? (6 dias)

4. Quando Deus separou a luz da escuridão, como Ele chamou a luz? (dia)

5. Como Deus chamou a escuridão? (Noite)

6. Que quer dizer a palavra criou? (Fez)

7. Diga algumas cores que Deus usou para criar o mundo. (Verde, azul, marrom e amarelo)

8. Qual foi a luz forte que Deus colocou no céu para brilhar durante o dia? (Sol)

9. Qual a luz menos forte que Deus fez para brilhar a noite? (lua)

10. Deus colocou muitas outras luzes para brilharem no céu a noite. Como se chamam? (Estrelas)

11. O que deus criou que nada nas águas? (Peixe)

12. O que Deus fez que voa pelos ares? (Pássaros)

13. Diga alguns animais que Deus criou. (Vaca, cavalo, cachorro...)

14. Qual era o nome do primeiro homem que Deus fez? (Adão)

15. Como se chamava a esposa de Adão? (Eva)

16. O que Adão e Eva podiam fazer que nenhum animal podia? (Conhecer e amar a Deus)

17. Como se chama o filho de Deus? (Jesus)

18. O que o Senhor Jesus fez pra nos salvar? (Morreu pelos nossos pecados)

19. Jesus ainda está morto? (Não, Ele está vivo. Ele vive no céu e quer viver em nosso coração)

20. Quem é que muito ama você? (Jesus)

Este material foi extraído do livro Fala-me agora. Publicação da APEC Aliança Pró Evangelização das Criança.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

CULTO INFANTIL


O CULTINHO PARA AS CRIANÇAS

Lídia Souza


I. O Que é?

É um programa de treinamento para alcançar as crianças no seu nível com o Evangelho.

II. Qual é o Propósito?

A. Para alcançar as crianças.
– Nível de entendimento.
– Oportunidade de participar na adoração.


B. Para ensinar as crianças.
– A crer e obedecer a Palavra de Deus.
– A respeitar a Casa de Deus.
– A adorar.


C. Para ganhar as crianças.
– Para Cristo.
– Para a Igreja.
– Para o serviço.

O cultinho não é para aliviar o problema de falta de espaço no auditório da Igreja, nem para “enrolar” as crianças durante a pregação. Este tempo não é para ser gasto. É para ser aproveitado!!

III. Quando Realizar
A. Fica a critério da Igreja. O comum é cada vez que se tem uma mensagem “longa” no templo.
B. As crianças podem fazer parte da abertura (louvor) e saírem só na hora da pregação.

IV. Idade dos Participantes


Vários tipos de divisões:
– de berçário à maternal;
– até principiantes;
– até 6 ou 7 anos;
– até 10 anos (cultão).

Na Igreja, trabalhamos atualmente com quatro divisões:

– berçário
– maternal (2,3 anos)
– até 6 anos (não sabem ler) no “cultinho”
– de 7 a 10 anos no “cultão”.

Isto tem ajudado em muito com:

* a assimilação por parte deles;
* divisão das histórias adequadas;
* professores apropriados;
* mais disciplina e atividades compatíveis com cada idade.


V. O Que Fazer no Cultinho

Tem que distribuir o tempo com:
* cânticos
* oração
* história (apelo)
* memorização de versículo
* trabalho manual
* brincadeira
* banheiro
* lanche: pode ter sempre para maternal e ocasionalmente para cultinho * cultão.

Obs.: Não tem que fazer todas as coisas no mesmo dia.

“A ordem dos fatores não altera o produto” (depende do ânimo dos alunos, da complexidade do trabalho manual ou até do método escolhido para apresentação da história).


VI. Tipos de Histórias para o Cultinho

Podem ser seriadas ou avulsas:
A. Bíblicas
B. Não Bíblicas
C. Missionárias


VII. Escala de Professores
A. Maternal – não variar muito – dois a cada mês ou bimestre.

B. Cultinho – rodízio de dois – um conta a história, o outro ajuda (disciplina, banheiro, lanche, etc).

C. Cultão – um professor capaz.


VIII. Sugestões

– Trabalhos manuais variados:

§ Desenhos relacionados com a história para pintar.

§ Coquetel bíblico (caça-palavras, palavras cruzadas, labirinto, etc).

§ Confeccionar cartões para datas como: Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Pais, Natal, etc).

§ Colagens, montagens, etc. (porta-treco, porta-retrato, etc).

– Dramatização da história.

– Projetos missionários / outras campanhas.

– Brincadeiras Bíblicas e não Bíblicas:

a) “Batata Quente” – para falar partes do corpo, versículos, etc.

b) Jogo do Dado – (nomes bíblicos, CEP [Cidade, Estado, País], versículos, etc).

c) Espada ao ar – fala um versículo e o primeiro a achar ganha.

d) “Forca” – (com nomes bíblicos).

e) Perguntas Bíblicas – (Competição meninos versus meninas ou grupos).


HIATÓRIA PARA O CULTINHO

D. Lídia - a vendedora de púrpuras

Texto base: Atos 16:12-15 - Adaptação: Lina


(PV 30:25) "As formigas não são um povo forte; todavia no verão preparam a sua comida;"

Às vezes, a gente nem vê as formiguinhas, de tão pequeninas que elas são, mas Deus as criou para que a gente aprendesse também com elas. Elas sabem usar o seu dom, trabalhando, construindo formigueiros, guardando comida.

Sabe... tem pessoas que a gente vê na Bíblia, que parecem como formiguinhas. A historinha delas é pequenininha, mas é muito importante aprender com essas pessoas. Mas essas pessoas tem um dom especial. Um talento especial e não desperdiçam aquilo que Deus nos deu.

Deus nos dá habilidades e é importante a gente saber usar sempre esse talento que Deus nos deu para engrandecer o nome de Deus.

E uma delas é Lídia.

Mas... quem era Lídia?

A sua historia está na Bíblia em poucas palavras, mas é muito linda a sua história.

Era uma vez uma mulher chamada Lídia.

Ela era muito boazinha e também ela era rica.

Puxa!!! Era rica???
Sim... sabe porque? Ela tinha uma casa muito grande e gostava de receber as pessoas em sua casa.

Dona Lídia era uma vendedora.

Sabe o que ela vendia?

Púrpura...

Mas... o que é púrpura???

A púrpura era uma tinta vermelha extraída de moluscos. Antigamente as pessoas não tinham roupas tão coloridas como a nossa. Eram sempre da mesma cor. E as pessoas enjoavam daquela cor. Então, descobriram que do molusco conseguia extrair uma espécie de tinta vermelha. Puxa!!! As pessoas ficaram contentes pois poderiam ter roupas vermelhas. Eba!!!

Mas... tinha um probleminha... Aquela tinta era muiiito cara. E só as pessoas ricas podiam compra-la, porque custava muiiito dinheiro.

Dona Lídia, vendia dessa tal púrpura para as pessoas. Ía nos palácios, conversava com os ministros, tesoureiros, príncipes e vendia a sua púrpura. E ela era muito inteligente... Sabia fazer as contas direitinho, e ninguém enganava ela. Por isso ela era muito respeitada aonde ela morava.

Mas... a Dona Lídia, não gostava de uma coisa, lá no lugar onde ela morava. As pessoas não acreditavam no nosso Deus criador de todas as coisas. Eles tinham vários deuses, e ficavam adorando aquelas imagens. Puxa... Dona Lídia não gostava daquilo, então ela decidiu a crer e temer somente no Deus dos judeus, que é o criador de todas as coisas.

Ali, na cidade de Filipos, que era onde Dona Lídia morava, tinha uma rio. E sabe o que ela gostava de fazer na beira daquele rio?

Será que ela ia pescar?

Não...

Ela e outras mulheres gostavam de ir na beira daquele rio para orar. Conversar com Deus. Pedir proteção de Deus... Agradecer a Deus.

E lá estava Dona Lídia, na beira daquele rio, quando de repente... Ele viu que alguns homens se aproximaram.

Ai... quem seria???

Seriam ladrões???

Quem poderia defende-las??? Só tinha mulheres ali... Mas elas confiaram em Deus. E quando aqueles homens se aproximaram. Elas perceberam que eram pessoas de bem.

Um deles, chamado Paulo, falou que o Deus criador de todas as coisas enviou o seu filho Jesus para morrer pelos nossos pecados.

Dona Lídia escutou atentamente. Nunca tinha ouvido aquilo. Para ela aquilo era novidade.

Paulo, também disse que Jesus morreu, mas ao terceiro dia ressuscitou. E quem cresse em Jesus filho de Deus e fosse batizado, seria salvo.

Dna Lídia não pensou duas vezes.

Ela logo quis se batizar e depois foram as pessoas da sua casa. Foi uma festa!!!

Dona Lídia ficou feliz, porque agora tinha Jesus.

E assim, ela convidou aquele homem – que era Paulo e seus amigos para ficarem em sua casa, porque eles nem tinham onde dormir. E lá, Dona Lídia, deu comida para eles, e preparou-lhes um quarto bem confortável.

Eles foram embora, mas ali, naquele cidade onde Dona Lídia morava foi estabelecida a igreja de Filipos. Muitos daqueles homens que adoravam aqueles deuses estranhos que dona Lídia não gostava, se converteram e foram batizados em nome de Jesus. E assim o evangelho ali em Filipos foi crescendo e quem tomou a primeira decisão ali foi a dona Lídia, a nossa vendedora de púrpuras. Que tem uma historia tão pequena como uma formiguinha, mas que foi muito importante para a igreja de Jesus. Que soube usar a sua profissão, ganhando muito dinheiro e ajudando as pessoas.

Fonte: Linólica Kids

sábado, 20 de setembro de 2008

DIA DA ESCOLA DOMINICAL




AS DUAS ESCOLAS


Osmary Cardoso Pereira

Preparação:

- Use flanelógrafo

- prepare em cartolina ou papel cartão o desenho da escola "escola triste" e da "escola alegre"

- prepare também em cartolina flores pintadas com guache;

- cole flanela ou lixa atrás para que as figuras possam aderir ao flanelógrafo.

Dramatização:

Dirigente: Porque hoje é o Dia da Escola Dominical, vamos contar-lhes a história da experiência de uma Escola Dominical.

( Enquanto as crianças fazem a leitura, o dirigente coloca no quadro a figura da Escola Triste)

Leitura (por cinco crianças)

1ª - Era uma vez uma Escola Dominical muito triste.
Todas - Muiiiiiiiito triste mesmo!
1ª - Rosto comprido...
2ª - Olhos baixos...
3 ª- Sem sorriso...
Todas: Por que seria?
4ª - Havia muitas razões.
5ª - Começava pelo horário. Ela nunca começava nem terminava na hora certa.
1ª - Os professores não se preparavam para ensinar a lição.
2ª - Os alunos chegavam atrasados.
3ª - Não traziam ofertas. Perdiam as revistas.
4ª - Das Bíblias? Ninguém se lembrava.
Todas: POBRE ESCOLINHA TRISTE!!!
3ª - E para cantar?
1ª - desafinados...
5ª - desanimados...
2ª - E na hora da oração?
4ª - Crianças conversando... Gente saindo e entrando...
Todas: POBRE ESCOLINHA TRISTE!!!
5ª - Quando aparecia um visitante...
1ª - ninguém lhe cumprimentava,
2ª - não lhe indicavam um lugar, nem lhe ofereciam uma revista.
3ª - E o visitante nunca mais aparecia.
Todas: POBRE ESCOLINHA TRISTE!!!

(intervalo, com música pesada e triste)

Dirigente: Mas o tempo passou, e um dia...
(trocar no quadro a figura da "Escola Triste" pela "Escola Alegre")

Dirigente: Um dia, que alegria!!! Tudo mudou. A Escola Triste, alegre ficou... Mas, o que foi? O que aconteceu? Foi um milagre?

(outras 5 crianças vão chegando e colocam flores ao redor da Escola Alegre, dizendo o que significam:)

1ª - A Escola agora começa e termina suas atividades na hora.
2ª - Os professores não faltam e se preparam para ensinar.
3ª - Os alunos são assíduos e pontuais.
4ª - Todos prestam atenção na hora da lição.
5ª - Cantam com alegria. Há silêncio na hora da oração.
3ª - Trazem flores. Dão ofertas. 1ª - Os visitantes são recebidos com alegria.

Dirigente: E nunca mais aquela Escola ficou triste. É agora uma Escola viva, que cumpre a sua missão.

Todos: ( Cantam com a música do hino "Avante, Avante ó crentes":)

"Agora aquela Igreja, cumpre a sua missão,
Ensina a todo mundo viver como cristão.
Seguindo o exemplo do melhor Professor,
Ensina a todo mundo a praticar o amor."

Duas crianças falam:
1ª - E a nossa Escola, como é que é? Desanimada? Ou forte, de pé?

2ª - Vamos todos prometer, nesta data especial, Amar e tudo fazer pela nossa Escola Dominical.

P. S.: Os cartazes acima foram criados por mim mesma. Para uma melhor visualização fiz em cartolinas.
Bjs,
Bete

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

ORAÇÃO NA CASA DE DEUS

Lição 7 - Oração na Casa de Deus


Frase do dia :


Recorte a Igreja








Versículo para memorizar:


Agora imprima e recorte o versículo para as crianças montarem na ordem certa:

sábado, 26 de julho de 2008

O LOUVOR NA CASA DE DEUS

Lição 4 - O Louvor na Casa de Deus


Versículo para Memorizar:







Frase do dia:








Aqui você recortar para as crianças montarem o quebra cabeça:





sexta-feira, 25 de julho de 2008

DIA DA VOVÓ

HISTÓRIAS DA VOVÓ
Oportunidade de servir ofertando

Letícia tinha sete anos e tinha um irmão chamado Lucas. Moravam com seus pais e a vovó Francisca. Letícia e toda a sua família viviam alegres, procurando agradar a Deus em tudo.

No quarto da vovó Francisca havia uma mala antiga e grande, que pertencera à sua mãe, a bisavó de Letícia. Vovó guardava muitas coisas naquela mala. As pessoas que visitavam o sítio da família acabavam conhecendo a mala da vovó e pensavam: "Ali deve haver muito dinheiro!" A quem perguntasse, dona Francisca respondia:
- Nesta mala eu guardo coisas que servem para agradar a Deus!

Que tinha dentro daquela mala? Todos ficavam na maior curiosidade! Você se arriscaria a dizer o que havia naquela mala?

Toda a família gostava de ajudar na igreja. Letícia,ainda pequena, não ganhava dinheiro e, por isso, estava sempre pedindo ajuda da vovó Chica (como gostava de chamá-la). Vovó, com todo prazer, tirava da mala e dava o que Letícia pedia, mas sempre dizia:
- Letícia, minha netinha, precisamos servir a Deus dando sempre o melhor que temos.

Letícia cresceu. Deixou de ser uma meninha e se tornou uma linda moça. Desde os nove anos de idade ela sentia em seu coração o desejo de ser missionária. Certa vez, Letícia ouviu uma missionária contar suas experiências. A missionária falou sobre o desafio de pregar o evangelho em todo o Brasil. Então, Letícia se matriculou no seminário. Ela queria preparar-se e seguir para o campo missionário, os Campos Brancos.

O tempo passou. Letícia concluiu seu curso. Finalmente havia chegado o dia de partir para o campo missionário. Vovó Francisca chamou-a até seu quarto. Mostrando-lhe a mala, disse:
- Esta mala é para você, letícia. Ela a ajudará no trabalho missionário que você fará para agradar a Deus.

Finalmente Letícia descobriu o que havia na mala. Ela ficou imensamente feliz. Na verdade, foi o melhor presente que ela pôde ganhar. Ao abrir a mala, Letícia encontrou figuras de histórias bíblicas, Novos Testamentos, fantoches, folhetos, estudos bíblicos. Ela recebeu de presente tudo o que a vovó havia usado durante toda a sua vida para abençoar outras pessoas. Todo aquele material que a mala continha serviria para o trabalho de missões. Vovó deu o melhor que possuía para abençoar o trabalho de Letícia.

A bíblia fala a respeito de um jovenzinho que também deu o que tinha e ajudou muitas pessoas. Certa vez, Jesus ensinava a uma grande multidão qaue o seguia devido aos milagres que ele realizava. Jesus olhou a multidão e sentiu pena. Aquelas pessoas estavam alí há muitas horas. Havia homens, mulheres e muitas crianças. Todos estavam famintos e não havia nada por perto, só o deserto.
André, um dos discípulos, disse que um menino havia trazido cinco pães pequenos e dois peixinhos. Parecia tão pouco, mas o que ele tinha, Jesus multiplicou a comida, fazendo muito daquele pouquinho. Todos comeram e até sobrou. Este milagre só foi possível porque o menino entregou sua pequena oferta de pães e peixes.

O que temos parece tão pouco, não é mesmo? Mas se dermos para a obra missionária, Jesus há de multiplicá-lo. Só ele é capaz de transformar o pouco que temos em muito para ajudar e abençoar as pessoas que necessitam.

Você pode fazer como aquele menino da Bíblia e a vovó Francisca. Você pode colocar o que tem de melhor à disposição de Deus. Você pode servir a deus ofertando!

"Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus" (I Pedro 4.10).


Ore assim: "Querido Deus, ajude-me a ofertar para o sustento do trabalho missionário no Brasil e nos confins da terra. Em nome de Jesus, amém!".

Fonte: http://www.meg.org.br


VOVÓ PRA VALER


Esta é a história de dois irmãos e uma vovó.

Os irmãos eram o Zezico e a Loroca.

Eles gostavam muito e brincar e inventavam muitas maneiras de fazer isso.

Brincavam de heróis e princesas, de lego, de monstro, de jogar bola, de Pokemon, de Super Trunfo; até de boneca, às vezes, o Zezico aceitava brincar, mas aí ele era sempre o chefe.

Eles eram felizes e tinham uma vovó muito fofinha que morava numa linda cidade, só que era bem longe da casa deles.

Era a vovó Zizi.

Quando chegavam as férias ou o aniversário de Zezico e Loroca, vovó Zizi sempre dava um jeitinho de vir.

Tudo então era uma festa!

Vovó Zizi sempre trazia surpresas e docinhos escondidos.

Era uma bagunça para eles acharem os presentinhos no meio das coisas dela.

-“Tá frio! – dizia a vovó se divertindo muito.
-“Tá quente! – dizia novamente, deixando o netinhos ainda mais aflitos.

Ela nunca agüentava esperar os dois acharem e acabava contando o esconderijo!

Vovó Zizi em casa era sempre uma alegria para Zezico e Loroca.

Ela brincava com eles no chão, igual criança mesmo.

Montava casinha de lego, dirigia os carrinhos, penteava as bonecas.

Ah! A vovó Zizi ainda gostava de ir com eles à lanchonete, comer tudo que é coisa que os pais vivem dizendo: “isso não é nutritivo!”. E a vovó sempre tinha uma desculpa: “é só hoje, vai....”.

Os netinhos então, ficavam toda hora se enroscando com a vovó. Eram beijinhos pra cá, abraços pra lá; nem à escola eles queriam ir só pra ficar perto dela. È claro que ela tinha de dar exemplo: -“ Vão à escola, sim. É tão gostoso que eu também quero ir!!!”

As crianças já ficavam animadas e com uma pontinha de orgulho: “- mas, Vó, lá é só pra criança...” e lá saíam todas contentes.

A vovó Zizi era tão legal, que até os amiguinhos de Zezico e Loroca, chamavam-na de “vovó Zizi”.

Quando a turma a via chegando, saía todo mundo correndo para abraçá-la.
Acho até que eles pensavam: -“ eu queria essa vovó Zizi era para mim...”.
E assim os dias iam passando.

O ruim mesmo era quando ela tinha de ir embora.

Imagina a choradeira: era um abraçando, outro segurando a perna, escondendo mala. Uma confusão!

Mas ela sempre tinha aquele jeitinho doce de explicar as coisas e convencer as crianças.

Então ela se despedia e eles ficavam esperando até a última hora do ônibus sair.


À noite, quando iam dormir, os dois irmãozinhos sempre agradeciam ao Papai do Céu pelo grande presente que era ter uma vovó assim.